Diagnóstico previdenciário · Murilo Bortolosso Advocacia
Contribuir todo mês não garante a aposentadoria que você imagina.
Autônomos, MEI e donos de pequeno negócio descobrem código de contribuição errado, buraco no CNIS ou tempo especial não reconhecido só na hora de pedir o benefício, quando já é tarde para corrigir.
- Ficar meses com o aplicativo desligado pode abrir buraco de contribuição sem você perceber. O diagnóstico mostra exatamente quanto falta corrigir antes do requerimento.
- Pagar o DAS do MEI pelo valor mínimo entra na média usada para calcular o benefício. A análise aponta quanto complementar para não perder valor na Renda Mensal Inicial.
- Trocar carteira assinada por MEI a pedido da empresa pode tirar você de aposentadorias que só quem contribuiu como CLT ou complementou o valor consegue acessar. O relatório mostra quais rotas ainda estão abertas para o seu caso.
- Achar que contribuir pelo mínimo por pouco tempo garante uma aposentadoria alta é um engano comum — não é assim que a matemática do INSS funciona. O diagnóstico mostra a conta real do seu caso, sem prometer o que a fórmula do benefício não permite entregar.
A dúvida por trás do boleto
O motivo pelo qual quem paga em dia também perde tempo de contribuição
Ele liga o aplicativo às 5h40, roda até depois das 22h, e nos meses em que o carro quebrou ou o filho ficou doente, simplesmente não sobrou dinheiro pra pagar o INSS. Não parou pra anotar quantos meses ficaram em aberto ao longo dos últimos oito anos. Só descobre a conta exata quando alguém pedir esse número.
Ela abre a padaria às 5h, fecha o caixa às 20h e paga o DAS todo dia 20, sem falta, há doze anos. Nunca perguntou se aquele valor fixo de R$ 75 é suficiente pra garantir a aposentadoria por tempo de contribuição ou se está contribuindo, na prática, só pelo CNPJ continuar ativo.
Aceitou a proposta da empresa há três anos. Trocou a carteira assinada por um contrato de prestação de serviço, o salário líquido no bolso subiu quase 30%, e ninguém comentou que a contribuição do MEI, sem complementação, entra no cálculo pelo piso, não pelo que ele ganhava como CLT.
Fatura bem, tira um pró-labore de R$ 12 mil por mês há sete anos, e sabe que existe mais de uma regra de aposentadoria que pode se aplicar ao caso dele. Nunca comparou as duas em número, só ouviu dizer que uma é melhor que a outra.
Trabalhou onze anos numa indústria, perto de forno e ruído acima do limite, antes de virar autônomo. Guarda o PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário, documento que descreve a exposição ao agente nocivo) numa gaveta há anos, sem saber se aquele período ainda serve pra reduzir o tempo que falta para se aposentar.
Passou boa parte da vida na lavoura da família antes de se mudar pra cidade. Guarda notas fiscais de produtor rural e alguns documentos daquele período numa pasta, mas nunca soube dizer se esse tempo rural entra na contagem do INSS do mesmo jeito que o tempo urbano, ou se falta algum papel pra esse período valer de verdade.
Isso acontece porque o INSS usa a média de todos os salários de contribuição registrados desde julho de 1994 para calcular o benefício. Cada mês que entra nessa conta pelo valor mínimo, cada buraco sem recolhimento e cada período de atividade especial não convertido pesam nessa média sem que ninguém do dia a dia do negócio pare para revisar isso. A conta só aparece pronta quando o requerimento já foi protocolado, e nesse ponto corrigir fica mais difícil ou impossível.
O problema não é falta de disciplina pra pagar em dia. É que, entre o contador, que cuida do imposto, e o próprio segurado, que só vê o boleto saindo da conta, ninguém se detém pra olhar o extrato do CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais, o histórico de contribuições no INSS) e comparar com o que a regra de aposentadoria realmente exige.
Antes de confiar, confira
Antes de confiar, dá pra conferir cada um desses números
Na trajetória de atuação, dos quais 3.895 estão catalogados e abertos para consulta pública na plataforma JusBrasil. A diferença fica em processos mais antigos, arquivados em meio físico, que não entram nesse tipo de busca digital. São casos de atuação geral, não exclusivamente previdenciários.
Perfil verificado com nota 4,9 a partir de 12 avaliações. Ver avaliações no Google. Perfil ativo de captação de avaliação verificada, com histórico consistente de nota alta entre os clientes que já registraram sua avaliação.
Especialização na área que fundamenta tecnicamente a análise de tempo de contribuição, conversão de tempo especial e regras de transição usada neste diagnóstico.
Reconhecer o próprio caso em uma dessas cenas já é o primeiro passo para corrigir o que ainda dá tempo de corrigir.
Quero entender meu caso agoraComo funciona
O que acontece entre a auditoria do CNIS e a data final de aposentadoria
Consultoria de Diagnóstico e Planejamento PrevidenciárioAuditoria do CNIS
Levantamento completo de vínculos, contribuições e tempo de carência direto no extrato oficial do INSS.
Diagnóstico técnico
Análise de viabilidade de conversão de tempo especial (PPP e LTCAT), períodos concomitantes, perda de qualidade de segurado e pendências de recolhimento.
Simulação de regras
Comparação numérica entre as regras de transição da reforma da previdência e as regras definitivas aplicáveis ao caso.
Plano e relatório final
Demonstração das opções de contribuição futura e entrega do relatório com data ideal de aposentadoria e projeção da Renda Mensal Inicial.
O processo começa pela auditoria do CNIS, mas o objetivo não é apenas confirmar o que já está registrado no extrato. É cruzar cada vínculo com o tipo de contribuição, o código usado e o período de atividade para identificar buracos, pendências e vínculos concomitantes que sozinho ninguém teria como enxergar, porque o extrato do INSS não sinaliza esses cruzamentos para o segurado.
Sem esse cruzamento, o autônomo ou o dono de pequeno negócio só descobre um problema de contribuição na hora do requerimento, quando corrigir já é difícil ou caro. Com o diagnóstico completo, cada pendência aparece meses ou anos antes do prazo, com tempo de sobra para corrigir código de contribuição, complementar recolhimento ou reunir prova de tempo especial. E é esse mesmo cruzamento que a especialização em Direito Público foi pensada pra aplicar no histórico previdenciário de cada cliente.
A entrega acontece em duas reuniões de 30 minutos, uma de diagnóstico e outra de fechamento, e um relatório técnico com o mapeamento completo do tempo de contribuição, a simulação das regras de transição e definitivas aplicáveis, e a data e o valor estimado do benefício.
Antes de agendar
Quem tira proveito real desse diagnóstico, e quem só perderia tempo com ele
Para quem é
- Autônomo, MEI ou dono de pequeno negócio que já contribui ou pretende contribuir para o INSS e quer sair da dúvida sobre a própria aposentadoria
- Motorista de aplicativo que já ficou meses sem recolher e não sabe se isso vai atrasar ou reduzir o valor do benefício
- Dono de comércio que paga o DAS do MEI todo mês e nunca conferiu se isso garante a aposentadoria por tempo de contribuição
- Quem trocou a carteira assinada pelo MEI a pedido da própria empresa e quer entender o efeito real disso na aposentadoria
- Empresário com pró-labore mais alto, perto do tempo mínimo de contribuição, que quer comparar regras em número antes de decidir
- Autônomo que já trabalhou exposto a agente nocivo e não sabe se esse período conta como tempo especial
- Quem tem atividade rural (produtor rural, trabalhador ou colaborador de propriedade rural) e guarda notas fiscais ou documentos do período, sem saber se esse tempo já está sendo aproveitado no cálculo
Para quem não é
- Quem já está aposentado e busca apenas revisão de um benefício já concedido
- Quem espera que a consultoria protocole o requerimento no INSS (o produto entrega o diagnóstico e o checklist, não o protocolo)
- CLT sem plano de virar autônomo e sem preocupação próxima com aposentadoria
- Quem procura ação judicial contra o INSS
O que fica em mãos
Tudo que compõe o relatório que mostra quando você pode se aposentar
Auditoria do CNIS e análise de vínculos e contribuições
Levantamento completo de todos os vínculos e recolhimentos registrados no extrato oficial do INSS.
Relatório conclusivo com data ideal e projeção da Renda Mensal Inicial
Documento final que reúne o resultado de toda a análise em um único cenário, com a data recomendada e o valor estimado do benefício.
Simulação de regras de transição e regras definitivas
Comparação numérica entre todas as regras aplicáveis ao seu caso específico.
Análise de viabilidade de conversão de tempo especial (PPP e LTCAT)
Verificação se períodos de exposição a agente nocivo ainda podem reduzir o tempo que falta para se aposentar.
Diagnóstico de períodos concomitantes e qualidade de segurado
Identificação de sobreposições, buracos de contribuição e valores em aberto que precisam ser corrigidos.
Mapeamento e contagem do tempo de contribuição e carência
Contagem exata de quanto tempo já foi cumprido e quanto ainda falta para cada regra possível.
Demonstração de opções de contribuição futura
Cenários de quanto contribuir daqui pra frente para atingir o resultado desejado, com o menor gasto possível.
Reunião de diagnóstico (30 minutos)
Conversa inicial para alinhar o caso, esclarecer dúvidas e apresentar os primeiros achados.
Reunião de fechamento (30 minutos)
Apresentação do relatório final, explicação da data recomendada e orientação sobre os próximos passos.
Entre uma reunião e outra
Duas ferramentas pra usar entre uma reunião e outra
Checklist de Documentos para Guardar
Lista organizada com cada documento que o INSS pode pedir no requerimento, incluindo os que costumam ser esquecidos e atrasam a análise.
Guia Decifra CNIS
Guia de bolso que traduz os principais códigos e siglas do extrato do CNIS para linguagem direta, sem jargão.
Padrões da prática
Os quatro erros previdenciários que mais aparecem na prática
Código de contribuição errado
Quem deveria ter migrado de MEI pra contribuinte individual, e complementado a diferença, segue anos contribuindo pelo valor mínimo sem perceber — porque nada no extrato avisa que aquele código está gerando um benefício menor do que poderia.
Tempo especial documentado, mas nunca convertido
A pessoa guarda o PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário) de um vínculo antigo. Só que esse período nunca chega a ser analisado tecnicamente, e o tempo que poderia reduzir a contagem simplesmente fica de lado.
Período concomitante não identificado
Quando existe mais de um vínculo no mesmo intervalo — um CLT rápido junto com atividade como MEI, por exemplo — a sobreposição costuma ficar contada de forma incompleta. Isso distorce tanto o tempo de contribuição quanto a média salarial usada no cálculo.
Perda de qualidade de segurado passando despercebida
Um intervalo maior sem contribuição do que o prazo de graça permite pode zerar parte do tempo já acumulado antes disso, e a maioria só descobre esse detalhe quando o requerimento já foi protocolado.
Esses quatro padrões aparecem o tempo todo entre autônomos, MEI e donos de pequeno negócio. E é exatamente isso que a auditoria do CNIS, apoiada em Direito Público, foi pensada pra pegar antes que o requerimento seja protocolado.
Entre as duas reuniões
O que acontece se surgir uma dúvida entre a reunião de diagnóstico e a de fechamento
O contato entre as duas reuniões acontece direto com quem conduz o diagnóstico. Dúvidas sobre um documento pedido, um prazo ou um ponto do diagnóstico têm resposta em até 2 dias úteis.
Esse acompanhamento cobre o período entre as duas reuniões previstas no escopo da consultoria — não é plantão permanente, nem assessoria contínua. É o suficiente pra nenhuma dúvida sobre o próprio diagnóstico ficar sem resposta até a reunião de fechamento.
DE RESULTADO
Uma escolha ética, não uma desculpa
Por que este diagnóstico não vem com devolução garantida, e por que isso é bom sinal
O Código de Ética da OAB veda ao advogado prometer resultado específico ou condicionar a devolução de honorários a esse resultado. Por isso, não existe aqui uma cláusula de satisfação garantida ou dinheiro de volta.
Essa mesma regra impede qualquer profissional sério da área de prometer uma aposentadoria mais rápida, um valor de benefício maior ou uma data certa antes de examinar o caso específico de cada cliente. Quem promete isso sem ver o CNIS de quem está contratando está contrariando a própria ética profissional para fechar uma venda.
O que existe no lugar da garantia é transparência sobre o escopo. Duas reuniões e um relatório técnico com todos os fundamentos, exatamente como descrito nos entregáveis, para que dê pra conferir cada etapa do trabalho mesmo sem uma promessa de devolução de valor.
Quem assina o relatório
Quem assina o relatório que vai dizer quando você pode se aposentar
Antes de fechar
As perguntas que quase todo cliente faz antes de fechar
Não tenho tempo para separar documentos e acompanhar tudo isso, como funciona na prática? +
O ponto de partida é o próprio extrato do CNIS, puxado direto do Meu INSS, sem exigir garimpo de papel. O cliente participa de duas reuniões de 30 minutos, uma de diagnóstico e outra de fechamento, o restante da análise técnica fica por conta do escritório.
Não entendo nada de INSS, vou conseguir acompanhar o diagnóstico? +
O relatório é escrito em linguagem direta, sem depender de termos técnicos sem explicação, e as duas reuniões existem justamente para tirar dúvida ao vivo, sem pressa.
E se o diagnóstico não mudar nada no meu caso? +
Mesmo quando a conclusão é que está tudo em ordem, isso já resolve o problema principal, que é a dúvida sobre a própria aposentadoria. Não existe garantia de resultado, porque isso é vedado pela ética da advocacia, mas todo o processo é documentado e conferível.
Qual a diferença entre isso e perguntar pro meu contador ou olhar sozinho no Meu INSS? +
O contador cuida do imposto, não faz o cruzamento entre vínculos, tempo especial e regras de transição. O aplicativo Meu INSS mostra o dado bruto, mas não interpreta o que aquele dado significa para cada regra de aposentadoria aplicável ao caso específico.
Isso já dá entrada no meu pedido de aposentadoria no INSS? +
Não. O escopo entrega o diagnóstico completo e o checklist de documentos, não o protocolo do pedido em si. No momento do requerimento, recomenda-se o acompanhamento de um advogado.
Preciso já ter decidido me aposentar para contratar? +
Não. O diagnóstico serve tanto para quem está perto do tempo mínimo quanto para quem só quer planejar os próximos anos de contribuição com base em número, não em suposição.
A consultoria completa
Tudo que compõe a Consultoria de Diagnóstico e Planejamento Previdenciário, reunido em um só lugar
- Auditoria do CNIS e análise de vínculos
- Mapeamento do tempo de contribuição e carência
- Conversão de tempo especial (PPP e LTCAT)
- Diagnóstico de períodos concomitantes
- Simulação de regras de transição e definitivas
- Opções de contribuição futura
- Relatório com data ideal e projeção da RMI
- Reunião de diagnóstico (30 min)
- Reunião de fechamento (30 min)
- Bônus: Checklist de Documentos para Guardar
- Bônus: Guia Decifra CNIS
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